Todas as nossas emanações luminosas e puras, todos os nossos actos, sentimentos e pensamentos inspirados pela nobreza, pelo altruísmo, pela generosidade, são classificados, sem nós sabermos, por entidades que têm essa incumbência; e depois
são depositados no banco celeste como um capital em nosso nome.
É como se tivéssemos aberto uma conta.
Mais tarde, quando passarmos por dificuldades ou quisermos fazer o bem, ajudar criaturas, podemos pedir uma ajuda, um apoio... então esse banco, concedê-lo-á imediatamente. Mas, se não tivermos lá nenhum capital depositado, o banco celeste não nos reconhecerá.
Muitas pessoas se questionam:
«Será que as minhas orações são escutadas pelo Céu?»
A resposta é esta:
o Céu só escuta e só atende aqueles que depositaram riquezas no banco Divino."
In: Omraam M. Ivänhov

Volte Sempre...